Galeria de Fotos

Postado em Fotos em Julho 7, 2008 por kelgg

Gentee!!!

Aí estão as fotos da festa. Ao clicar na foto ela amplia para visualização e, ao clicar mais uma vez, ela amplia mais uma vez para copiarem.

Divirtam-se, morram de rir, deixem recado e opinem sobre as fotos mais legais.

Bju para todos vocês!

Convite da Festa

Postado em Convite da Festa em Julho 4, 2008 por kelgg

Anos dourados – Anos 50

Postado em Anos 50 em Julho 3, 2008 por kelgg

 

Em meio aos conturbados anos 50, perda da Copa do Mundo em pleno Maracanã (1950) – e sua vitória em 1958, a volta de Getúlio Vargas ao poder, que implanta uma política nacionalista e sua morte (1954), fabricação do primeiro fusquinha (em 1950 foi importado o primeiro, em 1959 o nacional custava Cr$ 59.750,00 cruzeiros de então, uma fortuna, como prenúncio de que o Brasil era o país do futuro), morte de Carmem Miranda (1955),  a inauguração da televisão no Brasil, o rock conquista os mais jovens, os delírios arquitetônicos de Oscar Niemeyer e a loucura de Juscelino Kubitschek que viria a ser presidente (1956), com a proposta de governo que promete  desenvolvimento para o Brasil de “50 anos em 5” e começa a construção de Brasília, reinava a Bossa Nova… O pop da vez…

O Brasil dos anos 50 tinha os olhos voltados para o Rio de Janeiro e acompanhava com particular interesse o que acontecia nas areias que vão do Leme ao Posto 6. Sofríamos uma grande influência americana, como por exemplo a alta-costura, que era ditada pela Vogue.

É a época dos playboys de Copacabana, com seus Cadilacs rabo-de-peixe, calça rancheira, mocassim branco, camisa ban-lon, cabelos cortados a “príncipe Danilo”. O conquistador da época gostava das “boazudas” para farrear e da mocinha ingênua para casar. Os homens ficavam entre os preconceitos herdados das décadas anteriores e a rebeldia irreverente de James Dean; as garotas seguiam os conselhos das seções femininas de A Cigarra, O Cruzeiro e mais tarde, da Manchete.

Alceu Penna, exímio desenhista, marcou época com a elegância e atualidade de seu traço. As garotas do Alceu, tinha uma visão da namorada com que o país sonhou. Moderna, charmosa, elegante e um comportamento, que não colocava em risco o machismo. Ele criou com suas garotas mais do que moda, mas quase o padrão da mulher ideal.

O símbolo sexual dos anos 50 era Marilyn Monroe. No Brasil, as atrizes de teatro rebolado representavam esses padrões (Mara Rúbia, Wilza Carla e Anilza Leoni) e Marta Rocha transformou-se no protótipo de beleza da mulher brasileira (1954).

Marta Rocha perde o título de Miss Universo, mas consagra a beleza da
mulher brasileira.

 POR DUAS POLEGADAS A MAIS

” Por duas polegadas a mais ¯ Passaram

a baiana pra trás. Por duas polegadas,

E logo nos quadris Tem dó, tem dó, seu juiz “.

 

No início do século XX, quando as mulheres começaram a ir a praia, os trajes cobriam o mais possível as formas.
Depois os maiôs foram se encurtando. As pernas foram ficando descobertas, surgiram os decotes nos ombros,
colos e costas. Depois veio o duas-peças e por fim o toque ousado com o biquíni.

As moças começaram a andar de calça comprida e a aceitar carona de carro e lambreta. O bambolê para afinar a cintura, também era grande moda na época.

 

 

Coqueluche da época: a lambreta simboliza a juventude rebelde. As moças usam lenço no pescoço. Ele usa óculos Ray-Ban e topete. Ambos mascam chiclete (1954).

A nova juventude rebelde dos anos 50, com suas roupas coloridas e dança energética, blusões de couro, os topetes, as camisas coloridas e calças rancheiras recebem influência de Elvis, que se transformaram na linguagem de todos os jovens da época, rompendo com padrões tradicionais e pela primeira vez um gênero musical consegue se transformar em agente e veículo de uma violenta transformação no modo de vestir, pensar e agir de milhões de jovens.

Em 50, a saia-balão, as saias plissadas com conjunto de blusa e casaquinho, acompanhados de meia soquete e sapato mocassim, mais as calças de helanca com blusas de Jersey estampado são a grande coqueluche até os anos 60. Os 2 modelos femininos mais importantes dos anos 50 foram: o redingote, vestido cinturado, de saia larga, preso na frente com cinto fantasia atrás e tailler, saia justa e casaco curto e solto do corpo, com blusa sem gola ou de jabot.

As luvinhas curtas podiam ser usadas em diferentes ocasiões. Os brotinhos usavam saias rodadíssimas (godê duplo), vaporosas e cheias de anáguas.

Para noite, os decotes eram tomara-que-caia ou de alcinhas. Gil Brandão é o modelista mais famoso do Brasil. Seus modelos vinham na recém-lançada revista Manequim.

Nesse período a indústria da beleza se desenvolveu. Usam soutien da De Millus, que “ergue, prende e realça com naturalidade”. Quando vão à praia, usam maiôs Catalina, óculos Ray-Ban e sandálias de salto.

“A mulher – 1959, não é extravagante nem exótica. É espontânea, jovem, prática. Usa vestidos fáceis, simples, de uma graça incomparável. Exprime a própria personalidade na escolha das cores, tecidos e na combinação dos mesmos” (Jornal da Moda, Revista Manequim, novembro 1959).

Fonte: http://www.geocities.com/anos_dourados/home.htm